Mãe. Inquieta. Lésbica. Foda-se. ▶ #Herstorytelling

Enquanto isso, no Instagram #ProjetoHisteria 

Quanto mais vocês me querem parecendo com uma criança indefesa, mais eu sinto nojo do sexo masculino, que criou uma cultura de culto à vulnerabilidade feminina. Não me depilo pois tenho repulsa de querer me encaixar num padrão pedófilo de beleza. Eu me cuido de verdade: das minhas feridas, que na verdade são nossas. Estou num caminho de nunca mais me torturar por nada. Se a tortura é um método de controle psicológico, eu me recuso a obedecer a naturalização da associação da beleza à juventude e a infantilidade. Se ser uma mulher adulta é ser feia e nojenta para quem está com o pensamento corrompido pela imagem que o sexo masculino definiu que o sexo feminino tem de cumprir, por que eu deveria agradar quem criou a corrupção desta imagem? Síndrome de Estocolmo: você não mora mais aqui. Vou amar cada centímetro do meu corpo até a minha morte. Principalmente os pelos, as estrias, minhas mamas que nutriram um ser humano até os 3 anos e 4 meses, minha vulva e minha língua. Esta última define quem sou. Uma mulher que quer a própria liberdade como substância. 

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