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A genealogia das teorias Queer é patriarcal

ATENÇÃO: ESTE TEXTO É UM RASCUNHO E ESTÁ SUJEITO A ALTERAÇÕES.

As pessoas não compreendem direito a genealogia das teorias Queer. Bem, eu compreendo, e é por compreender as raizes dessas teorias que eu faço questão de apontar o erro de permitir que o feminismo seja colonizado por tais teorias. Elas são, acima de tudo, falocêntricas. Portanto, misóginas. Separam as crianças e suas habilidades pelo sexo. O que torna incoerente o fato de ativistas pró-queer chamarem as feministas radicais de “genitalizadoras” quando são as feministas radicais que se opõem à genitalização imposta pelo pai das teorias Queer. As feministas radicais (antes de me chamar de TERF lembre-se de que eu não sou sequer feminista e para ser TERF – ainda que eu não acredite na existência de TERFS – é preciso ser feminista, já que é o que a letra “F” da sigla representa) denunciam as teorias que contribuem para a perpetuação dos estereótipos de gênero, da qual Freud é pai. Lacan, por sua vez, é filho. E o Queer seu neto. A base do Queer são as teorias de Freud e Lacan. E elas beneficiam quem nasce com pênis. Elas foram criadas em torno do pênis, do conceito da dor e do prazer, do sadismo e do masoquismo.

A base do Queer é a perpetuação do patriarcado acadêmico e de seus desdobramentos sociopolíticos. De geração em geração, as formas de articulação mudam conforme as demandas do backlash, ou seja, de acordo com a luta das mulheres. O objetivo final é contê-las, interrompê-las, portanto os discursos são líquidos, pós-modernos, flexíveis, reajustáveis. Eles precisam se moldar à luta das mulheres atritando-se a elas de forma a camuflarem seus interesses reais. Porém, as ideias centrais são as mesmas: as mulheres são inferiores, invejosas, incompletas, seus sistemas reprodutores não têm tanta potência quanto o falo, a mulher não existe porque não tem pênis, mulher é apenas um conceito que pode ser aplicado a qualquer corpo, já que vagina, ovários, útero, nada disso tem importância, e por aí vai.

Ninguém tem obrigação de entender Freud. Eu mesma só entendo porque sou educadora e, coincidentemente, por ter um filho de quase dois anos, sou uma pesquisadora autodidata do desenvolvimento infantil, sedenta por contribuir para uma educação realmente livre de estereótipos de gênero, e não tem como fazer isso sem criticar teorias que bebam as águas das fontes fálicas e totêmicas de Freud. Primeiramente para mim, porque educação não acaba quando nos formamos, ela continua até o último suspiro. E eu, mulher que sou, sou a primeira interessada na desconstrução desses estereótipos, pois disso depende minha sobrevivência. Depois para o meu filho. Mas eu educo meu filho pensando nas filhas de outras mulheres. Porque ainda que meu filho seja gay, ele terá poder para explorá-las, contratando uma empregada doméstica para limpar sua sujeira, por exemplo, e eu quero ensinar a ele que isso é inaceitável. Dada a introdução, vamos ao que interessa.

O desenvolvimento infantil segundo Freud, resumido e comentado

Texto originalmente publicado neste blog.

O que fundamentalmente precisamos saber? Para Freud a vida humana é dividida em fases (biologicamente determinadas) e que seguem uma sequencia linear definida. São fases universais e baseadas no desenvolvimento psicossexual humano.

Achei biologizante. Fora que esse desenvolvimento linear defendido por Freud é baseado na interpretação dele sobre as etapas do desenvolvimento sexual humano. E a interpretação dele é bastante psicodélica. Parece uma viagem de ácido. Bem badtrip.

Além disso, os processos desencadeados em uma fase nunca estão plenamente completos e continuam agindo durante toda a vida da pessoa. Damos o nome de Fixação quando não há progresso de uma fase de desenvolvimento para outra de forma normal. É a permanência em uma fase em função do investimento total ou parcial da libido em um ponto específico. Essa libido está originalmente detida na fase em que houve uma excessiva satisfação (anterior a frustração na fase atual).

Que cara confuso. Ou o desenvolvimento é linear, ou não é. E olha ele aí falando em libido quando o assunto são… crianças. Essa satisfação excessiva aí é culpa da mãe que não deixou o bebê chorando um pouquinho pra aprender a lidar com a frustração. Vai vendo. Tenebroso? Calma que só piora.

Qual a importância de entendermos essas fases? A fixação nas fases de desenvolvimento freudianas identifica o tipo de caráter que a pessoa possui (caráter oral, anal, fálico ou genital). O caráter oral é caracterizado pelo otimismo, a passividade e a dependência. Para Freud, os transtornos alimentares poderiam se dar às dificuldades na fase oral. O caráter anal é caracterizado pro três traços que são: ordem, parcimônia (econômico) e teimosia. O caráter fálico, por sua vez, gera dificuldades na formação do superego (regras sociais), na identidade do papel sexual e até mesmo na sexualidade, envolvendo inibição sexual, promiscuidade sexual e homossexualismo.

Olha o berço das teorias de identidade aí, gente! Cadê a fase vaginal? Clitoriana, que seja? Alá o falocentrismo. E mianissinhora, que que tem a ver o cu com a parcimônia e a economia? Muito psicodélico. Chegaria a a ser cômico se não fosse tão trágico, se não tivesse tanta feminista defendendo teorias construídas com esse pensamento.

E, por fim, o caráter genital é descrito como o ideal freudiano do desenvolvimento pleno, que se desenvolve na ausência de fixações ou depois da sua resolução por meio de uma psicanálise. Contudo, o indivíduo livre de conflitos pré-edípicos significativos, aprecia uma sexualidade satisfatória preocupando-se com a satisfação do companheiro sexual, evitando assim a manifestação de um narcisismo egoísta. Assim sua energia psíquica sublimada fica disponível para o trabalho, que é prazeroso.

E Freud disse: vocês sofrem. Mas eu tenho a solução. Vinde a mim, ó, homens sofredores que sofrem de impotência, de mulheres invejosas que querem competir a chefia da família com vocês, que vos invejam, eu vos darei a solução para que o gozo de vocês seja tão satisfatório que até trabalhar pra manter os patrões ricos será prazeroso. Só a psicanálise poderá curá-los do mal-estar na cultura.

Damos o nome de Regressão ao comportamento infantilizado exibido por crianças em etapas posteriores de desenvolvimento. Essas crianças exibem comportamentos, por exemplo, de fala regressiva ou enurese noturna em etapas que já superaram tais tipos de comportamentos. Veremos adiante que tais comportamentos são fortes indicativos de deprivação e/ou privação.

Tô perdida. A parada não era linear? Que merda, cara, como que suas teorias estão vivas até hoje? Ah, eu sei como: com o silêncio das mulheres a respeito delas. Assim fica fácil, néam? Mas eu estou empenhada em ser a pedrinha no sapato de salto dos seus netinhos brasileiros. Muah.

I – A fase oral (0 – 1 ano)

Estende-se desde o nascimento até aproximadamente um ano de vida. Nessa fase a criança vivencia prazer e dor através da satisfação (ou frustação) de pulsões orais, ou seja, pela boca. Essa satisfação se dá independente da satisfação da fome. Assim, para a criança sugar, mastigar, comer, morder, cuspir etc. têm uma função ligada ao prazer, além de servirem à alimentação. Ao ser confrontada com frustrações a criança é obrigada a desenvolver mecanismos para lidar com tais frustrações. Esses mecanismos são a base da futura personalidade da pessoa. O principal processo na fase oral é a criação da ligação entre mãe e filho. A pulsão básica é fome e a sede. A fixação nessa fase causa a depressão e/ou a dependência dos outros. Ela é entendida como patológica quando a pessoa for excessivamente dependente de hábitos orais para aliviar a ansiedade. É nessa fase que o ego se forma. 

Essa parte é tão séria que eu não me atrevo a zoar. Dividir essa fase do desenvolvimento infantil tão primordial entre prazer e dor é de uma binaridade muito superficial. Nesse período, é verdade que o processo de descoberta do mundo passa pela boca, mas esse processo vai muito além dela. É a fase em que o corpo humano mais se desenvolve e cresce e ganha massa durante toda a vida. Aos oito meses o bebê inicia o processo de percepção do eu, e ele não é passivo coisa nenhuma. Bebês são ativos em todas as etapas. O método BLW faz cair por terra essa balela da passividade. O meu filho aos 6 meses já começava a experimentar alimentos por si só, com a própria mão. Lambia, mordia, cuspia. Suas mãos, suas habilidades manuais, não só sua boca, foram importantes para o seu desenvolvimento cognitivo-motor. O que Freud sabia sobre crianças? Nada. Absolutamente. Ele estava equivocado. Ou bastante mal intencionado, para ser mais precisa.

II – A fase anal (1 – 3 anos)

Vai aproximadamente do primeiro ao terceiro ano de vida (alguns autores falam que vai até o quarto ano de vida). Nessa fase a satisfação das pulsões se dirige ao ânus, ao controle da tensão intestinal. A criança tem de aprender a controlar sua defecação e, dessa forma, deve aprender a lidar com a frustração do desejo de satisfazer suas necessidades imediatamente. Assim como na fase oral, os mecanismos desenvolvidos nesta fase influenciam o desenvolvimento da personalidade. A fixação nessa fase ocasiona a neurose obsessivo-compulsiva (anancástica). Quanto mais controle dos esfíncteres, mais atenção e elogio dos pais. É uma fase de interiorização de normas sociais. 

O cara conseguiu resumir e rebaixar a importância da aquisição da linguagem que é a característica essencial dessa fase a uma questão anal. Qualquer pessoa que der uma passeada pelo meu blog vai entender o quão mais complexa é essa fase. O desfralde é importante, mas essa meritocracia incutida na teoria de que quanto mais as crianças controlarem os esfíncteres, mais elas serão elogiadas, não tem absolutamente nada a ver com o desenvolvimento das crianças e sim com as expectativas dos pais sobre elas. Ah, mas e daí, né? Quem paga as sessões de psicanálise são os adultos, as crianças não sabem se defender, quem vai se importar?

Eu. Presente. Eu me importo. E este post está sendo escrito por isso.

III – A fase fálica (3 – 5 anos)

O Complexo de Édipo vai dos três aos cinco anos de vida e se caracteriza, segundo Freud, pela importância da presença (ou, nas meninas, da ausência) do falo ou pênis; nessa fase o prazer e o desprazer estão centrados na região genital. A criança luta pela intimidade que os pais compartilham entre si, assim os pais se tornam ameaça parcial à satisfação das necessidades. A criança quer e teme os pais. As dificuldades dessa fase estão ligadas ao direcionamento da pulsão sexual ou libidinosa ao genitor do sexo oposto e aos problemas resultantes. A resolução desse conflito está relacionada ao complexo de Édipo e à identificação com o genitor de mesmo sexo. O complexo de Édipo representa um importante passo na formação do superego e na socialização dos meninos, uma vez que o menino aprende a seguir os valores dos pais. Essa solução de compromisso permite que tanto o Ego (através da diminuição do medo) quanto o Id sejam parcialmente satisfeitos. O conflito vivenciado pelas meninas é parecido, porém, menos intenso. A menina deseja o próprio pai, em parte devido à inveja que sente por não ter um pênis – ela sente-se castrada e dá a culpa à própria mãe. Por outro lado, a mãe representa uma ameaça menos séria, uma vez que uma castração não é possível. Devido a essa situação diferente, a identificação da menina com a própria mãe é menos forte do que a do menino com seu pai e, por isso, as meninas teriam uma consciência menos desenvolvida. Destaco que Freud usou o termo “complexo de Édipo” para ambos os sexos; autores posteriores limitaram o uso da expressão aos meninos, reservando para as meninas o termo “complexo de Electra”.

Mais genitalizante e perverso impossível. Você, mulher, já sentiu inveja do pênis de algum homem? Quando menina, sentiu desejo sexual pelo seu pai sem que tenha sido induzida a isso por meio de abuso sexual? Nenhuma mulher precisa estar academicamente credenciada para dizer não, eu nunca senti nada disso, a culpa não era minha e sim do pedófilo do meu pai. Essa vivência, essa resposta, ela pertence somente a nós, que nascemos com sistema reprodutor feminino e fomos estereotipadas tão perversamente com o objetivo de continuarmos cativas, por meio de teorias reformistas colonizadoras como o Queer, que chama de TERF qualquer mulher que reivindique o seu lugar de fala. Percebe que aqui está a deixa para argumentos como “ela não é ingênua, estava me seduzindo”? Socialização masculina, minhas caras, está completamente ligada ao abuso sexual das meninas. A herança deixada por Freud dá passe livre para trabalhos acadêmicos de base teórica Queer que defendem que a pedofilia não é esse monstro que aparenta ser, e que o incesto entre pai e filha pode ser uma estratégia de vínculo psicoemocional.

Agora, seja honesta consigo mesma. Depois de saber de tudo isso, você ainda se sente à vontade para perseguir – ou deixar que persigam sem uma nítida oposição – mulheres que tentam denunciar as violências dos sujeitos da teoria queer dentro do feminismo? Quem são os sujeitos das teorias queer atualmente dentro do feminismo? Você acredita que esse feminismo queerizado que passa pano pra pedofilia – porque ele tem embalsamento teórico para isso – pode acrescentar alguma coisa na luta das mulheres, na sua luta por libertação?

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7 Respostas para “A genealogia das teorias Queer é patriarcal”

  1. Eu

    Olha, não sou nada adepta da psicanálise, mas esse texto me deixou de cara.
    Primeiro, a crítica perde bastante quando tu escolhe usar um resumo feito por um site de concursos, que faz uma leitura mto breve, com diversos erros e sem citar fonte da obra de Freud. Os escritos dele estão todos disponíveis online, nao tem pq usar 3os. Indo direto na fonte, veria que n tem nada q suporte a pedofilia ou incesto. Pelo contrario… Isso é uma distorçao absurda do que ele postulava.
    Criticar Freud n eh nada novo nem revolucionario… Ja foi feito à exaustao. Nao da para olhar para algo desenvolvido em 1904 com olhos de 2015. A teoria nao foi criada num vacuo… é produto da era vitoriana, de uma sociedade que reprimia qqr vestigio de sexualidade feminina. No mais, toda teoria tem furos e inconsistencias; Aproveita os pontos fortes e descarta ou revisa o resto… que é o que muitos e muitos teóricos têm feito desde o inicio do seculo passado. Questoes como a inveja do penis ja foram desacreditadas e abandonadas ha muito tempo. Winnicott e Erikson são referencias muito melhores que Freud em termos de teorias psicanalíticas de desenvolvimento infantil. Alem disso, Muitas mulheres fizeram contribuicoes importantes à teoria desde entao: Anna freud, melanie klein, elisabeth rudinesco, françoise dolto, paulina kernberg e afins.

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    • milfwtf

      1) Direito teu ficar de cara, mas eu tô é rindo de você que não bota a cara no sol e não coloca nem nome e nem endereço de e-mail correto pra eu poder saber com quem estou falando. Tá com medo do quê, exatamente?

      2) Quais são os “erros” do site de concursos? Aponte, porque né, se você veio aqui pra debater então vamos fazer essa porra direito. Comigo é pá pum, se tiver argumento tô trocando ideia, mas a menor manipulação eu já percebo, e eu sou muito boa mesmo em perceber manipulação porque eu vivi em família abusiva a vida inteira sendo lésbica, LOGO dei um basta na minha vida para as manipulações e não é uma comentarista de blog que vai achar que vai vir aqui debater comigo e me deixar sem resposta. Eu poderia ter simplesmente ignorado o teu comentário, mas tô aqui te dando a chance de você ver que eu não estou aqui pra brincadeira. Vamos lá, aponte os tais erros do resumo da “apostila de concursos”. É por isso que você não bota a cara no sol? Tá me cheirando a coisa de macho, sabia? Ou de riquinha mimada. Porque só quer confundir a mim e às minhas leitoras com esse joguinho de encontre o erro que eu apontei por si mesma? Mmmmmm, comigo não violão!

      3 – Criticar Freud não é revolucionário. Bem, eu não pretendo ser revolucionária, isso deve ser uma pretensão sua. É típido de macho querer ser revolucionário. Eu não, eu pretendo sobreviver. E pretendo que a arte que eu produzo também sobreviva apesar da psicanálise ser aniquiladora das mulheres como Sujeito. Portanto eu não vou discutir psicanálise com você, eu apenas vou continuar produzindo mesmo apesar da sua opinião, pois ela não aniquila a minha capacidade de me achar foda o suficiente pra quebrar no argumento qualquer otário que cruzar comigo.

      4 – Recado dado, eu estou produzindo conhecimento para ficar. E estou produzindo a partir da minha própria vida. Não quero saber dos conhecimentos dos machos acerca da sexualidade feminina, inclusive quero refutar todos, assim como fiz com meu próprio corpo na minha luta, no meu ativismo contra a Violência Obstétrica, que venci sem tomar nem um ponto na buceta. Não quero saber de conhecimento falocentrado. Quero poesia bucetista fora do alcance psique-analítico.

      5 – Isso não é uma discussão, é um ponto final.

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    • IGN

      “Questoes como a inveja do penis ja foram desacreditadas e abandonadas ha muito tempo. Winnicott e Erikson são referencias muito melhores que Freud em termos de teorias psicanalíticas de desenvolvimento infantil. Alem disso, Muitas mulheres fizeram contribuicoes importantes à teoria desde entao: Anna freud, melanie klein, elisabeth rudinesco, françoise dolto, paulina kernberg e afins.”

      Não,não foram…eu em 2009 tive que estudar essas bostas;tais teorias estão indo muito bem obrigado na academia, a sorte foi que meu professor era fanboy do Jung,volta e meia ridicularizava Freud.

      “é produto da era vitoriana, de uma sociedade que reprimia qqr vestigio de sexualidade feminina.”

      tática super ,hiper,mega comum para se justificar misoginia,todos esses bostas eram “fruto de seu tempo” enquanto Valerie Solanas é considerada misandrica e louca independente de quando e onde ela viveu.

      “veria que n tem nada q suporte a pedofilia ou incesto. Pelo contrario… Isso é uma distorçao absurda do que ele postulava.”

      Eu já li sobre a vida de Freud e o que ele mais fazia era OMISSÃO.As mulheres iam para as sessões se queixarem dos traumas dos abusos sexuais e o que o bosta fazia? Se horrorizava e covardemente alegava que era tudo invenção,que eram desejos reprimidos,fantasias sexuais com pais,tios e o diabo á quatro.Se isso não é dá aval para pedófilo,o que é então?

      Então minha cara,leia antes de vir criticar alguém sobre um assunto,porque pelo o que persebi nem ler os textos de Freud vc leu,porque nada do que foi exposto aqui está diferente do que fui obrigada a ler e fazer trabalhos na universidade.

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  2. Lucy

    Me desculpe estar assim invadindo o seu espaço, mas, vc foi vítima de pedofilia por parte do seu pai?

    Estou perguntando isso porque vi um vídeo seu (sobre o Laerte) em que seu pai se intrometia na conversa, vc ainda convive com ele?

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