Mãe. Inquieta. Lésbica. Foda-se. ▶ #Herstorytelling

Escolhida

Defender a representatividade masculina na luta das mulheres é defender o direito dos homens. É colaborar com masculinismo.
Defender “os diferentes”, “os bonzinhos”, os “o-meu-pai-irmão-namorado-marido-filho” “não é assim” é se esquecer de que talvez ele “não seja assim” com você, o que não quer dizer que ele trate todas as mulheres com o mesmo respeito que ele age com “sua escolhida”. Dá pra entender assim, desenhado? Dá pra entender que defender os direitos dos homens é revelador? No sentido de revelar pra onde é que as héteras e bissexuais estão olhando? Representatividade feminina é o que importa. Da masculina, o mundo já tá cheio. No mais, eles não precisam de defensoras. Eles já contam com a broderagem. Vai ser bróder deles na luta das mulheres, colhega? Tem certeza?

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